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Sistema Infokaw

É o sistema ideal para sua empresa. Específico para gestão de lojas comerciais e indústria. Conta com módulos NF-e, Faturamento, Controle de estoques, Produção, Custos, Contas a receber e pagar, Controle Bancário, Controle de caixa, Controle gerencial (Regime de competência e caixa), Contabilidade, Escrituração fiscal. Tudo se integra no momento da digitação de um do*****ento seja de venda, compra, receita, despesa, pedidos, etc... que automaticamento gera contas a receber, pagar, estoque, contabilidade, escrituração fiscal, caixa e diversos outros resultados.

: Voce sabe o que é plano de negocio?

Plano de negócio é um documento que reúne informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com o objetivo de analisar sua potencialidade e viabilidade além de facilitar sua implantação.
Enviado por luis em Quinta, maio 14 @ 21:35:37 BRT (167 leituras)
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: Matematica do Sucesso!

DIVIDIR:
Tarefas, responsabilidades, riscos, meritos, lucros.
MUTIPLICAR:
Soluções, lucros, resultados, objetivos, metas, altruismo, autoconhecimento, auto realização, sucesso.
SOMAR:
Esforços, idéias, ações, sonhos, criativida, intuição.
SUBTRAIR:
Stress, pessimismo, inveja, acomodação, rivalidade, egoísmo.
Enviado por luis em Quinta, maio 14 @ 21:09:02 BRT (117 leituras)
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O que é Creditos?

Crédito segundo o novo dicionário do Aurélio, crédito é definido como cessão de mercadoria, serviço ou importância em dinheiro, para pagamento futuro. Portanto, ao dispormos a terceiro uma determinada mercadoria, mediante o compromisso, formal (contrato) ou informal, de reembolso no futuro, estamos vendendo a crédito. Quando dispomos a terceiro uma importância em dinheiro mediante o compromisso, formal ou informal, de pagamento no futuro, estamos emprestando a crédito. Porém, quando vendemos ou emprestamos a crédito, normalmente, o valor a ser devolvido não é o mesmo, será feito acréscimo de um valor denominado custo do crédito.
Enviado por luis em Quinta, maio 14 @ 05:49:43 BRT (101 leituras)
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: Atenção!

Atenção!
Fazer o cálculo matemático dos preços de venda dos produtos e serviços é
relativamente fácil; difícil é adequá-los constantemente ao mercado, sem
prejudicar o lucro líquido da empresa.
Portanto, fique sempre atento às oscilações dos custos fixos e variáveis.
Negocie com os fornecedores, antes de reduzir as margens de lucro.
Enviado por luis em Quinta, maio 14 @ 05:49:32 BRT (148 leituras)
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: O que é Planejamento do Estoque?

O planejamento adequado do estoque pode significar mais recursos financeiros para a empresa, ou seja, o capital de giro pode ser utilizado para outras ações empresariais, como incrementar a propaganda e a publicidade da sua empresa.
Enviado por Admin em Quinta, maio 14 @ 05:48:40 BRT (119 leituras)
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: Lembre-se!

Lembre-se! O cliente que compra à vista também precisa ser cadastrado; afinal, ele também é ou poderá ser um cliente preferencial.
Enviado por luis em Quinta, maio 14 @ 05:48:20 BRT (69 leituras)
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As vantagens e desvantagens dos três regimes existentes

luis escrever "Chegou a hora de definir o regime de tributação de seu negócio em 2009. Com a opção, você determina como vai acertar as contas com o Fisco e define boa parte da sua carga tributária. Muitas empresas podem optar entre os três sistemas existentes: o Simples Nacional, apelidado de Supersimples, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Saiba como funciona cada um deles.

Simples Nacional:
O regime unifica a cobrança de oito tributos e contribuições: PIS, Cofins, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, CSLL, IPI, ISS, ICMS e, com exceção de parte das empresas de serviço, o INSS patronal. Neste ano, ganham direito à tributação simplificada negócios antes excluídos do Supersimples. É o caso, por exemplo, de laboratórios de diagnósticos, empresas de decoração e paisagismo, escolas de ensino médio e pré-vestibulares e prestadores de serviços gerais de instalação, manutenção e reparos (veja a relação completa em www.globo.com/pegn). Ainda assim, muitos continuam de fora. Entre eles, clínicas médicas, escritórios de advocacia e outros negócios conduzidos por profissionais liberais.Há também restrições com relação ao faturamento. O Supersimples só pode ser adotado integralmente por empresas com receita anual de até R$ 2,4 milhões em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Nos outros estados, o ISS e o ICMS são recolhidos à parte para quem tem faturamento acima de determinada quantia - R$ 1,8 milhão ou R$ 1,2 milhão, conforme o local. Tributaristas são unânimes: de modo geral, a adoção do Supersimples rende boas economias na comparação com o lucro real e o lucro presumido. "Os ganhos podem chegar a 70%", afirma o consultor de políticas públicas do Sebrae, André Spínola. Mas nem por isso a vantagem é garantida. "É preciso fazer as contas", diz ele. A cautela é especialmente necessária para empresas de serviços enquadradas no chamado anexo 5 do Simples Nacional. Integram o grupo academias de ginástica, laboratórios médicos e produtoras de filmes, entre outros. No caso, quanto menor o peso da folha de pagamento, maior o imposto a recolher. "Para muita gente com folha menor que 20% do faturamento, o Simples não vale a pena", afirma o consultor do Sebrae. Na hora dos cálculos, também merecem cuidado dobrado serviços incluídos no chamado anexo 4, como empresas de vigilância e limpeza. Para elas, a obrigação de recolher o INSS separadamente acaba com boa parte dos benefícios da tributação unificada. Ainda assim, a adoção do Supersimples tende a valer a pena. O regime dá isenção das contribuições para o chamado sistema S (destinadas a instituições como Sesi, Senai e Sesc) e também para o Incra, o Seguro de Acidente de Trabalho (SAT) e o salário educação. Ao se livrar de todos esses encargos, você pode economizar o equivalente a até 8% da folha de pagamento, conforme o ramo do negócio.A adesão ao Supersimples é automática para empresas já enquadradas no sistema. Para ingressar no regime ou sair dele, porém, é preciso fazer a solicitação ainda em janeiro à Receita Federal, por intermédio de seu contador ou pela internet (www.receita.fazenda.gov.br). 
Lucro real e lucro presumido:Para quem descartar o Supersimples, restam o Lucro Real e o Lucro Presumido. No Lucro Real, como o nome sugere, você recolhe imposto com base no lucro apurado (receitas menos despesas comprovadas). A opção, disponível para todos, é obrigatória para empreendimentos com faturamento acima de R$ 48 milhões por ano.No Lucro Presumido, opcional para empresas com receita anual de até R$ 48 milhões, o Imposto de Renda e a CSLL incidem sobre um percentual pré-estabelecido. No caso, seja qual for a rentabilidade do negócio, o Fisco calcula o Imposto de Renda sobre um lucro estimado em 32% da receita bruta para o setor de serviços e 8% para a indústria e quase todos os estabelecimentos comerciais. Já para a apuração da CSLL, esse percentual sobe para 12% na indústria e no comércio - nos serviços continuam valendo os mesmos 32% utilizados no cálculo do Imposto de Renda.O Lucro Presumido costuma ser a melhor opção sempre que o lucro comprovado for igual ou superior à margem determinada pela Receita Federal, aqueles 8%, 12% ou 32%. Caso contrário, o lucro real tende a levar vantagem por impedir recolhimento de impostos sobre ganhos inexistentes. É preciso ainda levar em conta que só o Lucro Real dá direito aos créditos do PIS e do Cofins embutidos no preço de matérias-primas e alguns outros insumos, como energia. "Antes de fazer a escolha, é essencial considerar toda a cesta de tributos, não só o peso do IR e da CSLL", afirma Richard Domingos, diretor-executivo da assessoria contábil Confirp.


 Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negocios

"
Enviado por Admin em Terça, março 31 @ 08:43:10 BRT (1091 leituras)
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Polícia nacional francesa troca o Windows pelo Ubuntu Linux

 Polícia nacional francesa trocou o Windows pelo Ubuntu Linux. A transição começou em 2005, quando substituiu o Microsoft Office pelo OpenOffice.org. A transição continuou de forma gradual com a adoção de outras aplicações open-source, como o Firefox e o Thunderbird. Depois do lançamento do Windows Vista, a Gendarmerie decidiu trocar o Windows pelo Ubuntu. Neste momento, já existem cinco mil estações de trabalho com o Ubuntu instalado. Tendo por base o sucesso do programa piloto de migração, a Gendarmerie planeia instalar este sistema operativo Linux nas 15 mil estações de trabalho que possui, até ao final do ano. O objetivo passa, ainda, por ter toda a organização a funcionar com Linux até 2015. O uso de software open-source permitiu à Gendarmerie reduzir o seu orçamento em 70%, e poupar 50 milhões de euros em programas licenciados e custos de manutenção.     Fonte:http://www.bestlinux.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5223&Itemid=162
Enviado por Admin em Terça, março 24 @ 07:49:00 BRT (96 leituras)
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Escolha a melhor forma de tributação

Chegou a hora de definir o regime de tributação de seu negócio em 2009. Com a opção, você determina como vai acertar as contas com o Fisco e define boa parte da sua carga tributária. Muitas empresas podem optar entre os três sistemas existentes: o Simples Nacional, apelidado de Supersimples, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Saiba como funciona cada um deles.

Simples Nacional:
O regime unifica a cobrança de oito tributos e contribuições: PIS, Cofins, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, CSLL, IPI, ISS, ICMS e, com exceção de parte das empresas de serviço, o INSS patronal. Neste ano, ganham direito à tributação simplificada negócios antes excluídos do Supersimples. É o caso, por exemplo, de laboratórios de diagnósticos, empresas de decoração e paisagismo, escolas de ensino médio e pré-vestibulares e prestadores de serviços gerais de instalação, manutenção e reparos (veja a relação completa em www.globo.com/pegn). Ainda assim, muitos continuam de fora. Entre eles, clínicas médicas, escritórios de advocacia e outros negócios conduzidos por profissionais liberais.Há também restrições com relação ao faturamento. O Supersimples só pode ser adotado integralmente por empresas com receita anual de até R$ 2,4 milhões em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Nos outros estados, o ISS e o ICMS são recolhidos à parte para quem tem faturamento acima de determinada quantia - R$ 1,8 milhão ou R$ 1,2 milhão, conforme o local. Tributaristas são unânimes: de modo geral, a adoção do Supersimples rende boas economias na comparação com o lucro real e o lucro presumido. "Os ganhos podem chegar a 70%", afirma o consultor de políticas públicas do Sebrae, André Spínola. Mas nem por isso a vantagem é garantida. "É preciso fazer as contas", diz ele. A cautela é especialmente necessária para empresas de serviços enquadradas no chamado anexo 5 do Simples Nacional. Integram o grupo academias de ginástica, laboratórios médicos e produtoras de filmes, entre outros. No caso, quanto menor o peso da folha de pagamento, maior o imposto a recolher. "Para muita gente com folha menor que 20% do faturamento, o Simples não vale a pena", afirma o consultor do Sebrae. Na hora dos cálculos, também merecem cuidado dobrado serviços incluídos no chamado anexo 4, como empresas de vigilância e limpeza. Para elas, a obrigação de recolher o INSS separadamente acaba com boa parte dos benefícios da tributação unificada. Ainda assim, a adoção do Supersimples tende a valer a pena. O regime dá isenção das contribuições para o chamado sistema S (destinadas a instituições como Sesi, Senai e Sesc) e também para o Incra, o Seguro de Acidente de Trabalho (SAT) e o salário educação. Ao se livrar de todos esses encargos, você pode economizar o equivalente a até 8% da folha de pagamento, conforme o ramo do negócio.A adesão ao Supersimples é automática para empresas já enquadradas no sistema. Para ingressar no regime ou sair dele, porém, é preciso fazer a solicitação ainda em janeiro à Receita Federal, por intermédio de seu contador ou pela internet (www.receita.fazenda.gov.br).

Lucro real e lucro presumido:Para quem descartar o Supersimples, restam o Lucro Real e o Lucro Presumido. No Lucro Real, como o nome sugere, você recolhe imposto com base no lucro apurado (receitas menos despesas comprovadas). A opção, disponível para todos, é obrigatória para empreendimentos com faturamento acima de R$ 48 milhões por ano.No Lucro Presumido, opcional para empresas com receita anual de até R$ 48 milhões, o Imposto de Renda e a CSLL incidem sobre um percentual pré-estabelecido. No caso, seja qual for a rentabilidade do negócio, o Fisco calcula o Imposto de Renda sobre um lucro estimado em 32% da receita bruta para o setor de serviços e 8% para a indústria e quase todos os estabelecimentos comerciais. Já para a apuração da CSLL, esse percentual sobe para 12% na indústria e no comércio - nos serviços continuam valendo os mesmos 32% utilizados no cálculo do Imposto de Renda.O Lucro Presumido costuma ser a melhor opção sempre que o lucro comprovado for igual ou superior à margem determinada pela Receita Federal, aqueles 8%, 12% ou 32%. Caso contrário, o lucro real tende a levar vantagem por impedir recolhimento de impostos sobre ganhos inexistentes. É preciso ainda levar em conta que só o Lucro Real dá direito aos créditos do PIS e do Cofins embutidos no preço de matérias-primas e alguns outros insumos, como energia. "Antes de fazer a escolha, é essencial considerar toda a cesta de tributos, não só o peso do IR e da CSLL", afirma Richard Domingos, diretor-executivo da assessoria contábil Confirp.


 Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negocios

Enviado por luis em Terça, fevereiro 03 @ 18:12:22 BRST (12366 leituras)
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Entrevista: Qual é o interesse da Microsoft com o código aberto?

Entrevista: Qual é o interesse da Microsoft com o código aberto? O responsável pelas iniciativas da Microsoft para o mundo open source, Sam Ramji falou ao COMPUTERWORLD que vê o 'código aberto como uma oportunidade'. Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD
27 de outubro de 2008 - 07h00

Inúmeras comparações e rivalidades marcam o mundo da tecnologia. A mais emblemática é a disputa Microsoft versus open source.
Mas há três anos, o cenário começou a apresentar sinais de mudança – a Microsoft diminuiu a resistência e deu início a ações de aproximação com o mundo open source.
Na linha de frente – e de fogo - da empresa cujo símbolo máximo é o Windows está Sam Ramji, diretor da Microsoft para ações relacionadas a Open Source.
À Ramji, cabe a tarefa de mudar a forma como a empresa comandada por Steve Ballmer vê o mundo do código aberto e fazer com que a comunidade open source se aproxime da senhora Windows. Coisa para um verdadeiro estrategista.
COMPUTERWORLD - Como a Microsoft vê o open source atualmente?
Sam Ramji -
A palavra “atualmente” é interessante porque mostra que existe uma história, uma mudança. Eu diria que hoje em dia nós vemos open source como uma enorme oportunidade para a empresa, em dois caminhos: suportar o open source amplamente nas tecnologias Microsoft – e isso não quer dizer apenas Windows Vista e Windows Server, mas também Microsoft Office, Share Point.
Há toda uma extensão de oportunidades pelas quais podemos ver como o open source pode ser benéfico para clientes, para usuários e promover melhores soluções em tecnologias da Microsoft.
Outra categoria que considero nova é vermos o valor em promover a interoperabilidade com plataformas open source, de plataformas Microsoft, como Windows Server, para outras não-Microsoft, como servidores Linux.
Nossos clientes no Brasil e na América Latina têm um mix de diferentes sistemas operacionais, Linux, HPUX, Sun OS - que é mais velho do que o Solaris - e mainframes. Nossa tarefa é fazer esses ambientes trabalharem juntos, dando maior confiança aos nossos clientes em relação aos produtos Microsoft e criando melhores oportunidades para nós.
CW - Grandes nomes do mundo open source fazem parte do laboratório de interoperabilidade comandado por você. Como eles ajudaram a Microsoft a ser mais bem vista pela comunidade open source?
SR - A primeira forma pela qual eles ajudaram foi identificar onde tínhamos gaps tecnológicos, quão boa é a integração de Windows e Linux, quão bem roda o PHP no Windows Server. E onde eles encontraram gaps, identificaram que era preciso corrigi-los. Por meio desse processo, eles nos ajudaram na aproximação com as comunidades open source.
Um ótimo exemplo disso é o Samba, um projeto open source muito popular, com alguns dos melhores desenvolvedores da comunidade open source, como Andrew Tridgell, Jeremy Allison, Andrew Bartlett. E trazer Tom Hanrahan, que anteriormente era diretor de engenharia da Linux Foundation, para trabalhar comigo, permitiu que nós colocássemos em prática algumas idéias que tínhamos a respeito de fazer o Samba e o Windows trabalharem melhor juntos.
O segundo ponto é que essas pessoas são agentes de mudança. Eles provocaram mudanças na Microsoft. Você pode falar com alguém com quem trabalha, que você conhece, que você vê todos os dias, e que traz uma perspectiva diferente.
Novamente, vamos usar o Samba como exemplo. Tínhamos uma documentação que havíamos publicado em um website por alguns anos, sob o padrão de licença MSDN (Microsoft Developer Network), que não dava os direitos necessários para que os desenvolvedores do Samba fizessem o que quisessem.
Acho que, por alguns anos, ouvimos isso como uma empresa, mas Tom Hanrahan nos ajudou a ver – e a ouvir efetivamente e trabalhar de forma colaborativa com essas pessoas - que aqueles não eram os direitos que os desenvolvedores queriam.
A licença MSDN dizia que era possível fazer implementações, mas não publicar códigos, o que é um problema para projetos open source. Com as vozes internas, percebemos que era preciso mudar a licença. Essas pessoas apontaram as alterações necessárias e mostraram que a proposta ainda era boa. Então, esse agente de mudança é o segundo ponto. E isso nos colocou em um lugar melhor na relação com desenvolvedores open source. Finalmente, o terceiro ponto é a capacidade de falar sobre o que nós fizemos. E, como resultado de termos tomado as medidas certas, membros da comunidade declararam que nós implementamos ações que os ajudaram. Acho que são esses três pontos – processo, produto e percepção. Mas tem que ser nessa ordem. Primeiro você tem que corrigir o produto, depois, o processo, e, finalmente, pode consertar a percepção. Se fizer em outra ordem, esqueça. Isso é significativo, fazendo assim, cria-se um ciclo virtuoso. Fazemos isso uma vez e as pessoas dizem: “Uau, a Microsoft é séria” e mais pessoas da comunidade vão querer trabalhar para nós. É um momento excitante.
CW - Muita gente aponta você como a pessoa que fez esse processo acontecer na Microsoft. Você concorda e como lida com isso? SR - Eu recebo muitos e-mails, pelo menos 600 por dia. Minha meta é ler todos e responder o máximo que posso. Nenhuma mudança acontece com uma só pessoa. Eu diria que Bill Hilf abriu a porta e deu início a uma série de coisas que fizeram as pessoas pensarem: “Existem formas diferentes de fazer isso”.
Mesmo na Microsoft, outras pessoas disseram: “Ei, nós deveríamos trabalhar bem com open source”. A diferença é que eu tenho um background de tecnologia e de negócios e sei que, para conversar sobre comunidade e troca de tecnologia, é preciso voltar ao negócio.
Trazendo Microsoft e open source à perspectiva de oportunidade de negócios - quantos servidores, bancos de dados, sistemas de gerenciamento podem ser vendidos -, você volta e faz a coisa certa novamente, você constrói uma interoperabilidade melhor e mais oportunidades.
Acho que, se fiz alguma coisa de forma um pouco diferente que nos ajudou a progredir, foi ter certeza de que sempre tenhamos essas duas perspectivas. Uma coisa que acho importante em uma grande empresa é que se você bater nas portas dizendo ter uma grande idéia, algumas pessoas ouvirão você, outras não. Se você mandar para todo mundo um plano de negócios, apontando de onde vem o futuro, você começa a conseguir essas mudanças. Algumas vezes, você tem que apelar para a forma pela qual a empresa trabalha, de modo a conseguir essas transformações.
Certamente é uma honra para mim as pessoas dizerem que eu desempenho um papel importante e acho que meu trabalho é envolver as pessoas.
CW – Você poderia comentar as iniciativas da Microsoft que envolvem open source?
SR - Vou começar com o laboratório de interoperabilidade no Brasil, que nos orgulha muito. Começamos com a Unicamp, com integração de computação de alto desempenho entre Windows e Linux e outros programas técnicos. Roberto Prado, que coordena o projeto, me educou sobre a iniciativa e me mostrou os resultados obtidos. Eu achei incrível, nunca imaginei que fosse possível levar nossa estratégia tão longe. Esse é um dos pontos pelos quais digo que somos uma comunidade. Temos idéias, afetamos uns aos outros porque alguém diz que é possível.
A partir deste projeto, lançamos laboratórios com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e também com a Universidade do Estado de São Paulo (Unesp) para desenvolvermos pesquisas técnicas sobre interoperabilidade. Os laboratórios de interoperabilidade são inspirados no trabalho desenvolvido no Brasil. Agora temos laboratórios na África do Sul, Filipinas, Alemanha, Itália e teremos outros na Tailândia, na China e Índia. Temos dez laboratórios e outros entrando em operação a cada trimestre.
Parte do que mudou para mim no último ano é que deixei de ser o estrategista técnico para ser a pessoa que lidera open source na Microsoft. Temos 30 pessoas na corporação e mais outras tantas em vários países. É similar ao poder do open source, que tem várias pessoas em todo o mundo – algumas se conhecem, outras não – colaborando, trocando e-mails. Temos uma cultura muito semelhante na comunidade open source da Microsoft.
Fonte: COMPUTERWORLD



Enviado por luis em Quarta, dezembro 17 @ 10:48:39 BRST (139 leituras)
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